terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Destinos cruzados, pensamentos conectados e um desejo em comum. Ela não queria mais do que experimentar, sentir um toque novo ou uma saída no final de semana, até que isso começou a se repetir, outra e outra vez. Transformou-se em vício. Agora, sente a falta do seu corpo junto ao dele, de tê-lo em seu colo, olhar seus olhos e poder sentir aquilo tudo, intensamente; sentir seu corpo arrepiar ao seu toque, e se permitir sentir o mesmo; deixar que o som de sua voz tivesse efeito extremo sobre ela. Aquilo parecia tão certo. Ela podia afirmar, sentia-se inteiramente feliz, ouso arriscar, completa ao lado dele. Ele, dono de um jeito singular e um senso de humor incomum, arrancava sorrisos apenas com um olhar. Era tudo tão sincero. E amplo. Era doce e natural. E é nesse momento que é preciso ligar o estado de alerta, pois o destino sempre descruza os caminhos. O fez. Quilômetros os separam. Países. Mas os pensamentos ainda estão interligados. E a saudade é o que resta em comum.

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