segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu senti? Quero dizer, eu me permiti? Ou, ao menos eu tentei? Eu forcei? Ou, eu desisti de mim...?
Obter tais respostas parece ser de extrema dificuldade. Tão distante alcançar o interior de mim mesma. Aparentemente impossível! Isso é, há um interior? Um fim, um chão. É tão oco. Dá eco. É louco. Triste também.
Tantos pontos, diversos ângulos, e sempre a mesma base, a mesma fórmula, e a mesma resposta ridícula e desgastada “Não dá!”.
Confundir ‘estar só’ com ‘solidão’ foi um dos meus erros.

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