quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sempre te vi além da casca;
Tão diferente destas banalidades, tão diferente no jeito de agir, diferente no jeito de falar... diferente!
Tua essência, quando misturada à minha, faz surgir algo novo e intenso.
Ecoa. Penetra. Marca.
Tenho voltado a sentir isto.
Ontem mesmo acordei com o gosto do teu beijo, nosso cheiro embaralhado, este, que sempre me tirou da rota.
E então, fui até em frente ao espelho, e me assustei ao ver você em minha própria imagem refletida. Me assustei ainda mais, ao ver que o que sentia era uma projeção, e que tinha tentado te buscar em outros beijos, outros toques. A essência era uma merda. Pelo jeito, sempre será(...)

Até quando não te ter se tornará ter você ainda mais?

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