terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Finalmente havia chegado o momento.
Não demorou muito, e lá estava ele, com sua jaqueta de couro e seus óculos escuros, que mantinham escondidos seus tão profundos e misteriosos olhos, estes, que a faziam estremecer; Quando o viu, paralisou, e então, ele foi ao seu encontro; À cada passo dado, sua pulsação irregular aumentava, sem saber se o coração bateria tão forte à ponto de saltar, ou simplesmente pararia - E era também desta forma que ela ficava ao lado dele, exagerada, pulsante, mas, extremamente ela mesma, e gostava tanto disso. Ele pegou em sua mão, acariciou seus cabelos, e a levou para ver o luar. Aquele mesmo, da noite passada. Disse coisas lindas à ela, prometeu permanecer ali, sempre ao seu lado, e parecia tão sincero. E, ele até disse que... que a amava! Ele mantinha seu olhar nela, o tempo todo, e ela o retribuía; Sempre com aquele, aquele sorriso que nunca saía de sua memória, que iluminava seus dias mais obscuros, que à levava ao ponto mais extremo do que considerava felicidade. Ele, sempre ali. Ela deitada em seu colo, seu melhor abrigo. Tudo era tão bom, que, nem tinha se dado conta que o sol já estava nascendo, e que o perderia... mais uma vez. E então, ela acordou.

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