quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Como vem, vai!

Eu cheguei a pensar que após anos de convívio eu seria capaz de conhecer bem quem está ao meu lado, pensei que o outro também pensasse isso; pensei que nessa relação de tempos, houvesse algo chamado humildade, ou então, respeito, ou talvez, amizade! Mas é incrível como mais uma vez me enganei. Laços estão sendo quebrados por infantilidade, por fuga, por idiotice, e o pior, é que você finge que não é nada disso, e finge muito mal. Se liga! Quer falar? Aguenta. Dane-se tudo o que você diz, dane-se o que você inventa, é você quem está se camuflando, se escondendo agora, fingindo ser forte e não precisar de ninguém; eu só não entendo o por que disso. O que eu menos queria, é ter que estar aqui escrevendo isso, mas como você não me escuta, na verdade, não escuta ninguém, e é por isso que está fugindo, esse é o único meio que encontrei para dizer o que quero... Como você quer que me cale? Como quer exigir coisas, e principalmente, como quer exigir meu compreendimento perante isso tudo? Você simplesmente passou por cima de algo o qual você disse ser importante. - isso eu aprendi, acreditar em você, é algo complicado. - Eu sei que a vida é tua, e tu faz dela o que bem entender, mas pensei fazer parte dessa trajetória, mas, você sabe tudo, conhece o caminho, e já não precisa mais de mim, certo? Então ok, vá;
Mas saiba, que independente disso eu -trouxa- ainda estarei aqui amanhã, e depois, e depois... Sei que sou idiota por ficar esperando, mas é que, ao contrário de ti, tudo o que eu disse foi verdadeiro, e eu te amo! Mas vá, você sabe o que diz e o que faz, você cresceu, não é mais uma criança, pena que a mente não evoluiu junto.

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